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Notícias
22-01-2020

Primeiro Implante de CDI Subcutâneo realizado no Hospital de Castelo Branco

O Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco implementou hoje,

pela primeira vez, um Cardioversor-Desfibrilhador Implantável (CDI) subcutâneo num doente, com o objetivo de prevenir a morte súbita em pacientes em que o prognóstico indica que poderão sofrer dessa patologia.

Trata-se de um CDI subcutâneo, diferente dos restantes, uma vez que não é necessário acesso vascular e ao nível de complicações infecciosas o risco é menor.

Também irá participar um eletrofisiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e um anestesista, uma vez que se trata de um procedimento diferente do habitual, com uma tecnologia diferente”. O doente foi identificado pelo serviço de Cardiologia do HAL, onde existe uma consulta que conta com um eletrofisiologista de Coimbra que faz o estudo destas “arritmias elétricas”.

Até agora, em caso de necessidade de implantar um CDI, o paciente teria que se deslocar aos hospitais centrais de Lisboa, Porto ou de Coimbra, sendo posteriormente acompanhados pelo serviço de Cardiologia do Hospital de Castelo Branco, a partir de agora não há necessidade de o doente se deslocar. Trata-se de uma importante política de proximidade do serviço de cardiologia que também utiliza as técnicas mais avançadas, mesmo estando no interior do país.

O Diretor do Serviço de Cardiologia, Dr. Francisco Paisana, deixa uma mensagem aos jovens médicos de que existem condições em Castelo Branco para utilizar e aplicar as técnicas usadas em hospitais de referência. Atualmente, o serviço de Cardiologia conta com quatro especialistas.

 


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